Pesquisa aponta que profissionais acreditam que Android terá grande importância para a distribuição de TV

Pesquisa da Irdeto e da Ovum constata que 72% dos provedores de serviços de vídeo incluem o Android em suas estratégias, mas apenas 54% estão dispostos a pagar mais pela tecnologia

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Novembro de 2017 Edição do Mês

Da Redação


 

A Irdeto e a Ovum divulgaram uma pesquisa global que indica que 72% dos provedores de vídeo consideram utilizar o AndroidTV ou o Android Open Source Project (AOSP) em suas estratégias tecnológicas para set-top box (STB).

Metade dos mais de 300 profissionais participantes também afirmaram que o sistema Android é importante para o cumprimento dos seus objetivos nos próximos cinco anos. Apesar disso, apenas 54% deles afirmaram estarem dispostos a pagar amais pelos chipsets do Android em relação aos chipsets tradicionais.

Segundo o estudo, a disponibilidade de novos recursos e serviços, especificamente a possibilidade de os usuários baixarem aplicativos adicionais, é o diferencial para a implantação do Android. Porém, ainda há preocupações em relação à pirataria e às ciberameaças. A pesquisa aponta que 43% dos participantes acreditam que a superfície de ataque aumentará, enquanto 41% dos entrevistados estão receosos de que seus assinantes instalem aplicativos de streaming ilegal.

"Esses resultados indicam que o Android TV não só está posicionado para desempenhar um papel crítico na distribuição de TV no futuro, mas é essencial para o setor atender à demanda crescente dos consumidores por serviços novos e inovadores”, explicou Frank Poppelsdorf, Diretor de Gestão de Produtos na Irdeto. “Contudo, a natureza aberta da tecnologia gera várias preocupações com a segurança. À medida que o setor apresenta plataformas mais abertas para o set-top box, será essencial que os provedores de serviços de vídeo implementem uma abordagem robusta de segurança em 360º para assegurar a proteção de seu conteúdo de alto valor e, ao mesmo tempo, otimizar a flexibilidade e o tempo de entrada no mercado", disse ele.

A pesquisa selecionou 301 profissionais em todos os continentes do setor de TV de empresas de diversos segmentos como provedores de serviço de Internet, provedores de vídeo OTT, operadoras de TV por assinatura (cabo, DTT e satélite) e companhias de telecomunicações.
 

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