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Dejero: conectividade resiliente é essencial para transformar IA em aplicações operacionais escaláveis e eficientes

Dejero destaca conectividade como fator estratégico para ampliar o uso da inteligência artificial em operações críticas

Por Ricardo Batalha

A Dejero publicou uma análise sobre um dos principais desafios da expansão da inteligência artificial nas empresas: a conectividade. Segundo a companhia, embora aplicações de IA possam funcionar localmente em dispositivos de borda, a ausência de redes confiáveis limita sua capacidade de gerar resultados efetivos em operações de larga escala.

No artigo, a empresa explica que modelos de inteligência artificial podem processar informações diretamente em câmeras, sensores e outros equipamentos conectados. No entanto, quando esses sistemas precisam compartilhar dados, emitir alertas, coordenar respostas ou integrar diferentes equipes e plataformas, a conectividade passa a ser um elemento indispensável para garantir a efetividade das operações.

A Dejero destaca que o mercado global de inteligência artificial de borda já supera US$ 25 bilhões e tem potencial para atingir US$ 165 bilhões até 2035. A empresa também cita estudos que apontam que 58% dos líderes de tecnologia e negócios já utilizam aplicações de IA física, enquanto 80% pretendem iniciar projetos desse tipo nos próximos dois anos.

Como exemplo, a companhia menciona câmeras de vigilância equipadas com inteligência artificial capazes de identificar ameaças em tempo real. Apesar da capacidade de detecção, a ausência de uma conexão eficiente pode impedir o envio de alertas a centros de comando ou equipes de resposta, reduzindo significativamente o valor prático da informação gerada.

Segundo a Dejero, a maioria das implementações corporativas de IA adota dois modelos principais. O primeiro concentra o processamento nos dispositivos de borda, oferecendo rapidez e privacidade. O segundo utiliza plataformas em nuvem, permitindo maior escalabilidade e capacidade de análise. A tendência, entretanto, é a adoção de arquiteturas híbridas, que combinam processamento local com integração contínua a sistemas centralizados.

A empresa ressalta que essa abordagem híbrida depende diretamente da qualidade das conexões de rede. Dados citados pela Dejero indicam que 96% das organizações industriais consideram a confiabilidade das redes sem fio um requisito crítico para a expansão da inteligência artificial, enquanto 97% acreditam que as novas cargas de trabalho baseadas em IA aumentarão significativamente as demandas por conectividade.

O artigo também aborda os impactos financeiros causados por interrupções de rede. De acordo com levantamentos mencionados pela companhia, mais de 90% das médias e grandes empresas registram perdas superiores a US$ 300 mil para cada hora de indisponibilidade, enquanto 41% relatam prejuízos acima de US$ 1 milhão por hora.

A Dejero destaca sua tecnologia Smart Blending Technology, que combina simultaneamente múltiplas conexões, incluindo redes celulares, banda larga, satélite e Wi-Fi. A solução cria um ambiente de comunicação resiliente, capaz de manter a conectividade mesmo diante de falhas em uma das redes disponíveis.

Segundo a empresa, a mesma infraestrutura que tradicionalmente sustenta transmissões de vídeo ao vivo e comunicações em campo vem se tornando um componente fundamental para suportar aplicações de inteligência artificial em ambientes distribuídos e de missão crítica.

Para a Dejero, organizações que desejam obter resultados consistentes com inteligência artificial precisam tratar a conectividade como parte integrante da estratégia tecnológica. A avaliação da companhia é que o sucesso da IA dependerá não apenas da qualidade dos modelos desenvolvidos, mas também da capacidade de transportar informações de forma confiável entre dispositivos, sistemas e equipes.

Site relacionado: https://www.dejero.com

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