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Amagi amplia recursos do CLOUDPORT para fluxos broadcast em nuvem

Atualização do Amagi CLOUDPORT amplia escalabilidade, redundância, monitoramento inteligente e workflows ultrabaixa latência

Por Ricardo Batalha

A Amagi anunciou a maior atualização já realizada na plataforma CLOUDPORT, reforçando sua estratégia de evolução de fornecedora pontual para uma plataforma completa de broadcast em nuvem.

A nova geração do CLOUDPORT foi desenvolvida para fluxos modernos de TV linear, FAST channels e transmissões ao vivo, oferecendo suporte para mais de 100 feeds simultâneos, redundância multi-AZ com até 200 players por tenant e disponibilidade de 99,999%.

“Nos últimos anos, a Amagi priorizou uma mudança fundamental na forma como a infraestrutura de broadcast é projetada, indo além da simples migração para a nuvem e reformulando o núcleo das operações de playout”, afirma Srinivasan KA, cofundador e presidente de negócios globais da Amagi.

“O mais recente conjunto de atualizações impacta diretamente uptime, controle e escalabilidade para broadcasters que operam em ambientes críticos e sempre ativos”, completa o executivo.

Com mais de 250 novos recursos implementados no ano fiscal 2025-2026, o CLOUDPORT agora oferece publicação de playlists até 70% mais rápida, novos recursos de edição em nível de programas e visualização horizontal de timelines para gerenciamento preventivo de conflitos operacionais.

Entre os destaques está o Amagi Monitoring, plataforma de monitoramento proativo desenvolvida especificamente para ambientes CLOUDPORT. O sistema identifica ativos ausentes, falhas de ingest, problemas de áudio, lacunas de programação e anomalias de entrega antes que afetem a transmissão.

Segundo a empresa, desde o final de 2025 a ferramenta ajudou a evitar mais de 80% dos potenciais cenários de interrupção.

A plataforma também reforça sua arquitetura de segurança com certificação SOC 2 Type II pelo segundo ano consecutivo, garantindo controles avançados de infraestrutura, acesso e proteção de dados.

No campo da redundância, o CLOUDPORT incorpora suporte ao SMPTE ST 2022-7 para workflows RTP com proteção hitless switching, além de redundância Active-Active entre regiões e múltiplas zonas de disponibilidade.

Outro diferencial é o Disaster Recovery Box local, capaz de manter operações por até 72 horas em caso de falhas prolongadas de rede ou nuvem.

A Amagi também adicionou suporte para workflows JPEG-XS de ultrabaixa latência, reduzindo atrasos de transmissão em até 1,3 segundo, recurso voltado especialmente para esportes ao vivo e experiências interativas.

O CLOUDPORT agora suporta vídeo 4K HDR 10-bit, áudio Dolby Atmos, formatos HDR10 e HLG, além de legendagem e tradução em tempo real utilizando Google Speech-to-Text V2 com inteligência artificial.

A atualização inclui ainda integração ampliada com infraestrutura AWS, adoção de Amazon EKS, autoscaling baseado em Karpenter e armazenamento GP3, buscando maior eficiência operacional e agilidade de implantação.

“Essas otimizações permitem que broadcasters aproveitem os avanços da computação em nuvem sem aumentar a complexidade arquitetural”, destaca a companhia.

As novas funcionalidades já estão disponíveis dentro do ciclo de atualizações CLOUDPORT 4.x.

Site relacionado: https://www.amagi.com

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